Malformações congênitas são deformidades que podem ocorrer em qualquer parte do corpo. Muitas delas são identificadas antes mesmo do nascimento, através dos exames pré-natais.

Como exemplo de malformações no pescoço podemos citar: torcicolo congênito, pescoço alado, cisto branquial e cisto tireoglosso.

O torcicolo congênito leva à inclinação da cabeça e pode relacionar-se a assimetria facial. Já no pescoço alado, existe um excesso de pele que se estende desde as laterais do pescoço até os ombros.

Mas as malformações mais frequentes que ocorrem no pescoço são o cisto de canal tireoglosso e cisto branquial.

Estes cistos devem ser tratados por cirurgia, na qual é feita uma pequena abertura da pele, próxima ao nódulo. Através desta abertura, o cirurgião pode separar o cisto de todas as estruturas que ficam ao seu redor e removê-lo.

Normalmente, os pacientes apresentam boa recuperação após a cirurgia, sendo necessário fazer pequeno repouso e usar medicamentos para evitar a dor. No período pós-operatório, o paciente pode falar e alimentar-se normalmente; devendo retornar para avaliação pelo cirurgião, geralmente, em cerca de 1 semana após a cirurgia.

Através da avaliação clínica do paciente e de seus exames complementares, pode-se indicar a necessidade de cirurgia.

Caso note um nódulo em seu pescoço ou de seu filho, um especialista deve ser procurado.


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